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Leia atentamente e assinale a alternativa correta.
E ela conhecia e temia os repentes de Nhô Augusto. Dura, doido e sem detença, como um bicho grande do mato. E, em casa, sempre fechado em si. Nem com a menina se importava. Dela, Dionóra, gostava, as vezes; da sua boca, das suas carnes. Só. No mais, sempre com os capangas, com mulheres perdidas, com o que houvesse de pior. [... ] E sem efeito eram sempre as orações e promessas, com que ela o pretendera trazer, pelo menos, até a meio caminho direito. [Sagarana, p. 297]. |
Pareceu-me que havia ali um equívoco e que, se Madalena quisesse, tudo se esclareceria. O coração dava-me coices desesperados, desejei doidamente convencer-me da inocência dela. |
Dionóra e Madalena são apaixonadas por seus maridos e não ousam enfrentá-los, como confirmam, respectivamente, os testemunhos de Tião da Thereza e D. Glória.
Dionóra e Madalena inicialmente têm afeto por seus maridos, mas, aconselhadas pelos padres em cada narrativa, acabam por se desiludir e resolvem se separar.
Dionóra e Madalena nunca amaram seus maridos, mas mantiveram seus respectivos casamentos por conveniência, como elas mesmas afirmam.
Dionóra e Madalena são mulheres que, em algum momento, amaram seus maridos, mas não conseguiram suportar as condições de seus respectivos casamentos, conforme seus desfechos evidenciam.
Dionóra e Madalena nunca amaram seus maridos e conseguiram se libertar de seus casamentos infelizes, conforme seus desfechos evidenciam.
ITA 2020 - 1ª fase
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