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Leia a charge a seguir para responder à questão 15.

Fonte: Galvão, Jean. Tatiana Sampaio. Folha de S.Paulo, São Paulo, 22 fev. 2026. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/paywall/cartum.shtml?https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/02/22/jean-galvao.shtml
Analise as assertivas abaixo. Em seguida, assinale a alternativa CORRETA.
I. A palavra “polilaminina” é formada por derivação prefixal com o acréscimo do prefixo “poli” ao termo “laminina”.
II. A aproximação sonora entre “menina” e “polilaminina”, aliada à mudança de significado entre os termos, contribui para o efeito humorístico da charge ao evidenciar a continuidade entre infância e vida adulta da cientista.
III. As duas palavras apresentam o mesmo morfema em sua terminação: a desinência de gênero -a.
IV. O humor decorre do uso de “menina” e “polilaminina”, que, embora sejam palavras cognatas, evidenciam uma oposição entre fases da vida e sugerem ruptura entre infância e vida adulta.
Apenas as assertivas I e II estão corretas.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I, II e III estão corretas.
Apenas as assertivas I e IV estão corretas.
Apenas as assertivas I, III e IV estão corretas.
Afirmação I: correta. A palavra "polilaminina" é formada por derivação prefixal, com o acréscimo do prefixo "poli-" (que indica multiplicidade) ao substantivo base "laminina".
Afirmação II: correta. O humor da charge explora o jogo de som (paronomásia) entre "menina" e "polilaminina", associando a fase da infância ("menina") à trajetória profissional e adulta da cientista (representada pelo termo científico), evidenciando a continuidade de sua história de vida.
Afirmação III: incorreta. Embora ambas terminem com a letra "a", apenas em "menina" o morfema funciona como desinência nominal de gênero (pois há a oposição menino / menina). Em "laminina" (nome de uma proteína), o "-a" final é apenas uma vogal temática nominal, já que a palavra não possui flexão de gênero (não existe a forma "laminino").
Afirmação IV: incorreta. As palavras não são cognatas (não possuem a mesma origem etimológica, o mesmo radical; a semelhança entre elas é puramente fonética para fins de humor). Além disso, a ideia central da brincadeira na charge aponta para a continuidade da trajetória da cientista, e não para uma ruptura com a infância.
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