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Curativo que sente
O físico João Vitor Paulin, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro, aposta em um material orgânico e biodegradável para desenvolver transistores eletroquímicos com comportamento memristivo, aliando objetivos médicos e ambientais: a melanina. Presente na pele, nos cabelos e nos olhos, essa molécula natural apresenta uma propriedade incomum, a capacidade de transportar tanto íons, átomos ou moléculas com carga elétrica, quanto elétrons. [...]
O interesse começou quando Paulin percebeu a sensibilidade da melanina na faixa de pH entre 5 e 8, crítica para o monitoramento de feridas. “Quando o pH está baixo, quer dizer que o processo de cicatrização está correndo bem; quando está alto, pode ter proliferação de bactérias”, explica. A proposta é um transistor integrado a um curativo comum, como um band-aid, para monitorar em tempo real ferimentos crônicos, como os de pacientes diabéticos.
(Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/)
A concentração dos íons H+ na faixa de pH de 5 a 8 varia de
3 vezes, com aumento da [H+].
300 vezes, com diminuição da [H+].
100 vezes, com diminuição da [H+].
100 vezes, com aumento da [H+].
1000 vezes, com diminuição da [H+].
Portanto, em pH = 5 a concentração de íons é maior do que quando o pH é igual a 8.
Razão: vezes maior
Desse modo, com a variação do pH de 5 até 8 a concentração dos íons irá diminuir 1000 vezes.
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